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Fique por dentro de 5 nutrientes que, em excesso, podem fazer muito mal


Alguns nutrientes fazem muito bem para a saúde, porém, em excesso, podem mais prejudicar do que ajudar nossa saúde.

Veja aqui 5 nutrientes que podem ter este efeito:

Ômega-3

– Benefícios

O ômega-3 ​​tem diversos benefícios para a saúde. Dentre eles estão: combater a inflamação, reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e depressão, além de manter a pele saudável e ajudar nas funções cerebrais.

– Excesso

Uma nova pesquisa descobriu que o excesso de ômega-3 pode alterar a função imunológica, dificultando a resposta de defesa do corpo contra infecções virais ou bacterianas. Os pesquisadores também levantaram preocupações e especulações sobre o efeito “acumulativo” de ômega-3 que ocorre em pessoas que ingerem frutos do mar, suplementos com óleo de peixe e alimentos com alto teor deste nutriente, como ovos, suco de laranja e cereais.

Para evitar a sobrecarga no organismo, fale com o seu médico e/ou nutricionista sobre sua dieta, para que ele possa determinar quanto do nutriente você precisa para suas necessidades diárias.

Vitamina C

– Benefícios

Além de melhorar a imunidade, a vitamina C é ótima para melhorar e curar feridas, manter a saúde óssea, dos dentes, dos vasos sanguíneos e da pele. Ele também atua como um antioxidante importante, evitando o envelhecimento e as doenças crônicas, incluindo doenças cardíacas, câncer e artrite.

– Excesso

Para os adultos , o limite superior ou a ingestão máxima recomendada, a partir de alimentos e suplementos combinados, é de 2.000 mg por dia. É super normal nos depararmos com pessoas que consomem a Vitamina C como água! Saiba que megadoses de suplementos de Vitamina C  podem causar inchaço e problemas digestivos (como: diarréia, náuseas, vômitos, azia, dores de cabeça, insônia e pedras nos rins). Para manter a sua ingestão em ordem,  tente obter o nutriente por fontes naturais, exemplo: pimentão vermelho e verde , brócolis, couve, frutas cítricas, kiwi , mamão , morangos e abacaxi.

Zinco

– Benefícios

O zinco é super abundante no nosso corpo, sendo encontrado em todas as células do nosso organismo. Este mineral é super importante para a função imune, assim como para a visão, olfato, paladar, regulação do açúcar no sangue, metabolismo e a função da tiróide .

– Excesso

O limite superior ou a máxima ingestão diária de zinco é de 40 mg por dia. Uma pesquisa mostrou que menos do que este valor é uma quantidade segura para consumir diariamente ao longo do tempo, porém, se o consumo for elevado por muito tempo, pode causar efeitos colaterais severos, incluindo problemas digestivos, gosto metálico na boca, tonturas, dores de cabeça, fadiga, aumento da transpiração, perda de coordenação muscular, intolerância ao álcool e alucinações.

Além disso, doses altas de zinco pode realmente reduzir a função imunológica, diminuindo, também, a concentração do “colesterol bom” (HDL) e aumentando a concentração do “colesterol ruim” (LDL), aumentando o risco de doenças cardiovasculares.

Atualmente, o consumo de zinco torna-se elevado pelo consumo e oferta de diversas fontes complementares de tal nutriente. Se você sentir algum destes sintomas ou, pelo menos, achar que está consumindo uma dose alta de zinco, converse com seu médico/nutricionista para que ajuste a quantidade as suas necessidades diárias.

Ferro

– Benefícios

Grande parte do ferro no nosso corpo é encontrado em suas células vermelhas do sangue, ajudando a transportar oxigênio para todas as células. Este mineral fundamental também está envolvido na produção de energia para as células e é parte integrante de muitas proteínas e enzimas necessárias para a saúde. Mulheres na pré-menopausa perdem ferro pela menstruação, mas homens e mulheres na pós-menopausa precisam ser mais conscientes na sua ingestão de ferro, pois uma vez que o ferro é absorvido, pouco é excretado. Isso significa que o excesso de ferro pode acumular-se nos tecidos e órgãos, incluindo o fígado e o coração .

– Excesso

A doença genética chamada hemocromatose, que afeta um em cada 250 pessoas de ascendência européia do norte, é um dos riscos causados pela sobrecarga de ferro, pois faz com que o ferro pare de ser facilmente absorvido.

A ingestão máxima diária de ferro é de 45 mg em adultos, mas a maioria das mulheres na pré-menopausa geralmente não precisam de mais do que 18 mg por dia. As necessidades de homens e mulheres acima de 50 são menos de metade destes valores, cerca de 8 mg por dia.

Para ingerir as quantidades ideais, uma porção de carne ou  lentilhas fornecer uma absorção necessária de ferro. Porém, deve-se tomar cuidado com alimentos que podem interferir a absorção, como chás, ou alimentos que podem melhorar a absorção de ferro, como fontes de vitamina C.

Cálcio

– Benefícios

O consumo de cálcio está “involuntariamente” relacionado a saúde óssea. Contudo, este mineral também é necessário para a condição cardiovascular adequada, função muscular e dos nervos, manter o equilíbrio ácido/básico do corpo.

– Excesso

O limite superior (mais uma vez a partir de alimentos e suplementos combinados) para homens e mulheres não grávidas é de 2.500 mg antes dos 50 anos e 2.000 acima de 50 anos. Exceder esta quantidade pode levar a alta taxa de cálcio no sangue, o que pode desencadear problemas renais, como pedras nos rins e depósitos de cálcio nos tecidos moles. A ingestão elevada de cálcio pode também conduzir a obstipação e interferir com a absorção de ferro e de zinco.

O equilíbrio sempre é a melhor opção. Tenha consciência e consuma os nutrientes de forma DOSADA!

Fonte: Health.com


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